terça-feira, 26 de agosto de 2008
TV em revista
O novo quadro do CQC com Warley Santana é simplesmente GENIAL. Gentili com Inri Cristo foi de rolar de rir. Tas e seus meninos estão mesmo em uma crescente de criatividade e frescor. Que demore a passar, Custe o Que Custar.
Na sua opinião, o mau humor de Galvão no penúltimo e no último dias de jogos olímpicos se justifica? Cansa, a gente entende. É uma maratona. Mas não dá pra saber o que é pior de aguentar: o Galão ufanista e animado, ou o Galvão sem voz e estressado. Eu confesso que passo a vez.
Acho o Toma Lá Dá Cá bem fraco. Figurões do humor desperdiçados. Mas Adriana Esteves é impagável, vocês não acham? Adoro aquela caricatura de dona-de-casa que ela faz. Chega a ser algo meio "Oscarito". Ponto pra ela.
Domingo à tarde vi uma comédia incrível de Jerry Lewis no TCM: O Otário. Não fosse o sono verpertino (raro e delicioso) que me arrebatou, teria chegado ao "The End". Um clássico. Uma pena não ter visto até o fim.
Uma pena ter visto até o fim a prata do vôlei masculino. Ótima decisão ter botado o despertador para acordar com o show das meninas do Zé Roberto. Manhãs de vitórias, noites de derrotas. O esporte nos mostra que a qualquer momento tudo pode mudar. A vida não é mesmo assim?
Chega de feira!
Sei que sou uma exceção: nem ligo pra chocolate e adoro fruta. Mas "Deus-o-livre" ser taxada de Mulher Moranguinho, Mulher Maçã... Prefiro ser a Mulher Salada, sempre na luta pelo peso ideal... Ou (eu me rendo!) a Mulher Arroz-Feijão. Na semana em que Preta Gil reivindica pé-de-igualdade com a Mulher Melancia, prefiro ser vista assim: ainda que sempre brigando com a balança, uma mulher forte, guerreira e brasileira. Que não frequenta as páginas dos sites de celebridades, não é flagrada de fio dental no Leblon e nem tampouco é a nova (?) musa do funk. Tento provocar outros tipos de inspiração nas pessoas. Bem menos explícitas e bem mais "frutíferas". A gente tenta, pelo menos. Com o mérito de não apelar.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Bronze pra terrinha
Maravilha ver essa cara simples e talentoso ganhando medalha na China.
E olha que ele ainda tem muitas piscinas olímpicas pela frente.
O cubo d'água é só o ponto de partida...
Parabéns, Cesão!
sábado, 26 de julho de 2008
Realidade
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Casos e Acasos ou... Equívoco?
Alô, atenção!
Até o recluso Chico esteve lá!
DE-LI-REI vendo o "Por toda a minha vida" sobre o Velho Guerreiro. Habitualmente assisto o programa (e gosto), fã de biografias que sou. Impecável essa edição sobre Chacrinha, trazendo à tona aquilo que estava por trás do palhaço divertido, do escrachado apresentador que marcou gerações. Uma edição impecável, texto primoroso, resgate afetivo gostoso pra caramba!
Eu via Chacrinha. Torcia pro sábado chegar logo, pra ver meus artistas preferidos cantando na tevê, em meio às marchinhas, bacalhaus e piadas daquele cara incrível. Naquele tempo, não sabia que Chacrinha era um gênio. Só queria ver a bagunça e me divertir, como a maioria dos brasileiros. Pequenina ainda, me escondia atrás da porta empunhando aquele "canudinho" de chimarrão (enfeite da casa da Vó) e ao chamado de alguém da família anunciando a brincadeira, dublava e dançava "Sandra Rosa Madalena", do (ainda cigano) Sidney Magal... para as pausas e delírio dos adultos da família à sua primeira criança. Acho que a menina leonina que eu já era associou palhaçada a aplausos, risos e diversão coletiva mais ou menos por aí.
Até Roberto Carlos apareceu rindo, relaxado, cantando para o povão... coisa rara após ter conquistado o status de gênio da Música Popular Brasileira. Raridade.
Diversão para o povo contra a ditadura, à anti-gestão de Sarney, à inflação galopante: os antídotos eram as Chacretes (fiz questão de me fantasiar como elas em uma festa de Carnaval do pré-Primário, vejam vocês!, e até hoje minha imitação delas alegra festas e reuniões de amigos... rs), o Fábio Junior (mãe, ele era mesmo lindo!), a Sarajane, o Luis Caldas, o Magal, o Lulu, a Wanderléia, o Jerry Adriani (doce figura, que tive a honra de conhecer a trabalho), o Silvinho Blau-Blau, a Jane e o Herondi, o Jairzinho e a Simony (muito melhores que Sandy e Junior e muito menos preparados para o show business do que eles). Unidos ao Caetano, ao Alceu Valença, à Elba e ao Tim. Chiclete com Banana abrindo os anos 90 (muito antes de se tornarem febre entre a molecada endinheirada e auto-denominada "chicleteira"). O axé antes do axé. O rock brasileiro de Barão, Paralamas e Titãs no momento em que o sucesso dos ainda meninos estourava nas rádios.
O Cassino é um registro histórico da música popular no Brasil, sem rótulos e sem a pretensão de carimbá-los. Sem palavras.
P.S. A morte de Chacrinha é um fato, mas... "O que é um fato diante da lenda?" - pergunta Lulu Santos. Pra mim, a frase da noite! É por isso que por mais contorverso que seja, considero Lulu um gênio dos "tempos modernos" (sem qualquer trocadilho, com sua famosa - e deliciosa - canção pop).
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Fever!
1) Eu nem me lembrava que era o Charlie (meu Menudo favorito) quem cantava... (rs)
2) Coitado do diretor de imagens...

