quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Bronze pra terrinha

Que Phelps, que nada! Viva o Cesar Cielo de Santa Bárbara!
Maravilha ver essa cara simples e talentoso ganhando medalha na China.
E olha que ele ainda tem muitas piscinas olímpicas pela frente.
O cubo d'água é só o ponto de partida...
Parabéns, Cesão!

sábado, 26 de julho de 2008

Realidade

Sábado à noite. Bate aquela vontade de sair, curtir, ver os amigos, dar pinta por aí. Cinco minutos depois você sente aqueeeeeeeela preguiça. Vai ver tcvê, ler um livro... e se lembra de que está a poucos dias dos seus 33. Nada é por acaso, babies. Nada.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Casos e Acasos ou... Equívoco?

Se o "Por toda minha vida" é um exemplo do que a experiência global em dramaturgia pode fazer pelo bem da memória brasileira, "Casos e Acasos" é um desastre. Histórias altamente previsíveis, locações pobres, excesso de clichês e aquele elenco que só escalado porque recebe salário por contrato, mas para o qual nenhum autor de novelas encontrou ocupação, nem às seis, nem às sete, nem às nove e - deus nos acuda! - nem na Malhação. Sem contar que a música da vinhetinha é altamente irritante. Para usar o jargão em moda na blogosfera... "Pronto, falei."

Alô, atenção!


Até o recluso Chico esteve lá!

DE-LI-REI vendo o "Por toda a minha vida" sobre o Velho Guerreiro. Habitualmente assisto o programa (e gosto), fã de biografias que sou. Impecável essa edição sobre Chacrinha, trazendo à tona aquilo que estava por trás do palhaço divertido, do escrachado apresentador que marcou gerações. Uma edição impecável, texto primoroso, resgate afetivo gostoso pra caramba!
Eu via Chacrinha. Torcia pro sábado chegar logo, pra ver meus artistas preferidos cantando na tevê, em meio às marchinhas, bacalhaus e piadas daquele cara incrível. Naquele tempo, não sabia que Chacrinha era um gênio. Só queria ver a bagunça e me divertir, como a maioria dos brasileiros. Pequenina ainda, me escondia atrás da porta empunhando aquele "canudinho" de chimarrão (enfeite da casa da Vó) e ao chamado de alguém da família anunciando a brincadeira, dublava e dançava "Sandra Rosa Madalena", do (ainda cigano) Sidney Magal... para as pausas e delírio dos adultos da família à sua primeira criança. Acho que a menina leonina que eu já era associou palhaçada a aplausos, risos e diversão coletiva mais ou menos por aí.
Até Roberto Carlos apareceu rindo, relaxado, cantando para o povão... coisa rara após ter conquistado o status de gênio da Música Popular Brasileira. Raridade.
Diversão para o povo contra a ditadura, à anti-gestão de Sarney, à inflação galopante: os antídotos eram as Chacretes (fiz questão de me fantasiar como elas em uma festa de Carnaval do pré-Primário, vejam vocês!, e até hoje minha imitação delas alegra festas e reuniões de amigos... rs), o Fábio Junior (mãe, ele era mesmo lindo!), a Sarajane, o Luis Caldas, o Magal, o Lulu, a Wanderléia, o Jerry Adriani (doce figura, que tive a honra de conhecer a trabalho), o Silvinho Blau-Blau, a Jane e o Herondi, o Jairzinho e a Simony (muito melhores que Sandy e Junior e muito menos preparados para o show business do que eles). Unidos ao Caetano, ao Alceu Valença, à Elba e ao Tim. Chiclete com Banana abrindo os anos 90 (muito antes de se tornarem febre entre a molecada endinheirada e auto-denominada "chicleteira"). O axé antes do axé. O rock brasileiro de Barão, Paralamas e Titãs no momento em que o sucesso dos ainda meninos estourava nas rádios.
O Cassino é um registro histórico da música popular no Brasil, sem rótulos e sem a pretensão de carimbá-los. Sem palavras.

P.S. A morte de Chacrinha é um fato, mas... "O que é um fato diante da lenda?" - pergunta Lulu Santos. Pra mim, a frase da noite! É por isso que por mais contorverso que seja, considero Lulu um gênio dos "tempos modernos" (sem qualquer trocadilho, com sua famosa - e deliciosa - canção pop).

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fever!



1) Eu nem me lembrava que era o Charlie (meu Menudo favorito) quem cantava... (rs)

2) Coitado do diretor de imagens...

AMIGOS

Essa foi uma semana de celebrar a amizade. E-mails longos e confidenciais com a Carol, mensagens de MSN divertidas e afetuosas com a Mara e cheias de atualizações sobre a galera com a Bira. Uma oração com o Beto, balada na terça, marcando o início de uma parceria criativa, divertida e afinada com uma equipe nova e revigorada, um lanche e muita conversa na quarta à noite com os amigos do trabalho, trocas de e-mails cheias de carinho com os amigos do Voluntariado, desabafos com a minha querida mãe. Hoje, um almoço delicioso na deliciosa casa da Laici reuniu as que sempre tentam (e nunca conseguem) se encontrar: eu, Luceli, Drika, Camilinha e a própria Lá. Ocupadíssimas que somos, tratamos de falar das peripécias para sobreviver no cada vez mais louco mundo corporativo, trocamos confidências, rimos e voltamos correndo para cumprir o expediente. Mais revigoradas, é claro.
Tratei de colocar como meta neste período de revisão de vida pré-33, estar mais perto de quem eu gosto, falar mais de mim mesma e ter sempre a alma em bom estado, pelo simples prazer de colocá-la em atividade pra um conselho, uma piada nova ou um bom bate-papo. Amigos são ESSENCIAIS. Por tudo, por nada. E porque são aqueles que a gente escolhe a dedo pra partilhar o bom e o mau que habita em nós. Sem julgamentos, sem medo e onde só o que impera é o desejo de ser (e ver o outro) feliz.
Bom ter amigos em toda parte e em todos os lugares.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Seriguela



Hoje o Tas usou a expressão "pudim de seriguela" no CQC e minha cabeça viajou de volta à infância. Na casa da Tia Júlia, cunhada de Vovó, havia (e espero em Deus que ainda haja) um imenso pé dessa espécie de "azeitona doce". Colhíamos bacias da frutinha, lavávamos grosseiramente e... voilá! Eram tardes de deleite em família saboreando essa verdadeira iguaria da natureza. O tempo passou, crescemos e raramente vou à casa de Tia Júlia. Mas dessa vez, quando for, me lembrarei de pedir um pouquinho pra levar pra casa (ou, pensando melhor, pra comer no quintal da casa do Vô, me espreguiçando nas cadeironas do quintal enquanto jogamos conversa fora. Alguns prazeres só valem quando compartilhados).