E a listinha de blogs incríveis e irresistíveis (ao menos para mim) tá só que cresce!
Celise Rey Monte, a menina dos roteiros criativos e inacreditáveis, agora tem seu espaço de devaneio na net. Ela assume que o pão, quando cai de suas mãos, é sempre com o lado da manteiga para o chão. Ora, Cê! Que graça teria se fosse ao contrário?
E Mara de Santi, o equilíbrio perfeito entre inteligência e sensibilidade tá na rede também, ora essas, que mulher moderna sempre encontra os espacejamentos necessários para se movimentar com destreza entre as mil tarefas (e mil prazeres, como negar?) que a vida nos traz todo santo dia.
Bem-vindas à rede, Power Puff Girls!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Só um dia
Há dias realmente difíceis de serem vividos. Dias de pressão, de porrada, de levar a vida no peito. Dias em que é preciso exercitar a paciência, respirar fundo e contornar os obstáculos. Eu, que sempre considerei meu estômago de aço, confesso que tive dificuldade em viver essas 24 horas.
Mas acabou. O bom de viver dias assim é saber que eles acabam. E que uma palavra mal dita, uma atitude impensada ou qualquer traço de impaciência podem tornar o amanhã, nova página a ser escrita, em um mais um rascunho amarrotado e jogado no lixo.
Entre os profetas tacanhos e Chico Buarque, fico com o saltimbanco: "Amanhã há de ser outro dia." Boa noite de descanso. Bom dia de luta.
Mas acabou. O bom de viver dias assim é saber que eles acabam. E que uma palavra mal dita, uma atitude impensada ou qualquer traço de impaciência podem tornar o amanhã, nova página a ser escrita, em um mais um rascunho amarrotado e jogado no lixo.
Entre os profetas tacanhos e Chico Buarque, fico com o saltimbanco: "Amanhã há de ser outro dia." Boa noite de descanso. Bom dia de luta.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Uma lista
Há uma lista de coisas que eu ainda sonho fazer. Das mais banais às mais homéricas, todas são desafios possíveis. As mais banais talvez sejam as mais desafiadoras.
- Conseguir dormir à tarde vez em quando;
- Conhecer a Europa;
- Aprender sobre vinhos;
- Cultivar uma mini-horta (e consumi-la);
- Dormir todos os dias com a sensação do dever cumprido;
- Escrever um livro que emocione e toque as pessoas;
- Ouvir mais música;
- Controlar minha ansiedade, velha companheira;
- Viajar só... bem acompanhada de mim mesma;
- Trabalhar efetivamente pela dignidade dos animais;
- Manter uma dieta natureba e gostosa;
- Ter mais convicções do que dúvidas;
- Alimentar as dúvidas, até que se tornem convicções;
- Religar-me a Deus (ter com ele um relacionamento diário, não apenas reconhecê-lo presente em meu dia-a-dia);
- Sorrir mais;
- Ter um filho;
- Comprar uma casinha velha e deixá-la com a minha cara, meu jeito, minha história;
- Dar vazão à lista de livros que se empilham em minha cabeceira, para que novos livros se acumulem;
- Ir a Bauru e a São Paulo, passar uns dias com meus amigos e vivê-los;
- Visitar antiquários e viajar na beleza do tempo que passa (e fica);
- Ser menos dramática, leonina, mão-de-ferro;
- Deixar de pensar que é sempre mais complicado fazer o que é simples.
- Conseguir dormir à tarde vez em quando;
- Conhecer a Europa;
- Aprender sobre vinhos;
- Cultivar uma mini-horta (e consumi-la);
- Dormir todos os dias com a sensação do dever cumprido;
- Escrever um livro que emocione e toque as pessoas;
- Ouvir mais música;
- Controlar minha ansiedade, velha companheira;
- Viajar só... bem acompanhada de mim mesma;
- Trabalhar efetivamente pela dignidade dos animais;
- Manter uma dieta natureba e gostosa;
- Ter mais convicções do que dúvidas;
- Alimentar as dúvidas, até que se tornem convicções;
- Religar-me a Deus (ter com ele um relacionamento diário, não apenas reconhecê-lo presente em meu dia-a-dia);
- Sorrir mais;
- Ter um filho;
- Comprar uma casinha velha e deixá-la com a minha cara, meu jeito, minha história;
- Dar vazão à lista de livros que se empilham em minha cabeceira, para que novos livros se acumulem;
- Ir a Bauru e a São Paulo, passar uns dias com meus amigos e vivê-los;
- Visitar antiquários e viajar na beleza do tempo que passa (e fica);
- Ser menos dramática, leonina, mão-de-ferro;
- Deixar de pensar que é sempre mais complicado fazer o que é simples.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
O exemplo de Fal

Ela não é um celeb, apesar de estar ficando famosinha que só. E a Fal, minha gente, é uma das mulheres mais reais que eu conheço.
Tem dias que até evito entrar no blog dela, acredita? Porque é batata que haverá algo ali para me emocionar. E como ando um tanto sensível, já viu...
Agora, o talento de Fal se multiplicou e o seu blog lindo meio que acabou virando livro. Minúsculos Assassinatos e alguns copos de Leite, lançado pela Rocco, é o novo filho da Fal, menina doce, engraçada e sensível até não poder mais.
Preciso comprar o meu. E é certo que será prudente comprar uma caixa de lenços também.
O exemplo de Christina

Esse final de semana vi de novo uma série que acho genial: Samatha Who? do Sony.
Samantha era uma bad girl, que teve um derrame e ganhou 2 presentes: ter sobrevivido e se esquecido de absolutamente tudo sobre seu passado. Ao longo da série, Sam se vê, a cada episódio, tentando reparar os erros cometidos, erros estes que ela sempre descobre ao acaso. Ela concorre ao Emmy este ano, pela série.
Quem faz Samantha é a ótima Christina Applegate, que divertiu a nossa adolescência na série Married With Children, no papel da filha fútil de Al Bundy (uma espécie de Homer Simpson em versão televisiva).
Christina, alem de grande comediante, é uma lutadora. Recentemente, se submeteu a uma dupla mastectomia por ter sido diagnosticada com câncer de mama. Bravamente, assumiu seu drama em público e teve a coragem de dizer: "Às vezes eu choro. Às vezes eu grito, fico com muita raiva e me afundo com pena de mim mesma. Eu acho que isso tudo faz parte da cura."
Não é assim que todas nós, mulheres, deveríamos ser? Assumir nossas fraquezas, chorar nossa cota e olhar nos olhos do mundo com a coragem necessária para fazer o que é o mais certo, por mais que mais dolorido?
Há sempre um preço a pagar pelas decisões... e se não temos como "cortar esse pedágio", que ao menos a gente tenha a dignidade de inspirar os outros com as nossas atitudes.
Todas as celebs, que vivem às custas de criar uma imagem inatingível, deveriam ter Christina como exemplo. O mundo precisa de mais gente real bombando na mídia.P.S. Esse post é dedicado ao Marcelo, superfã da "Apergeite".
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