segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Para!

Eu juro que não entendo porque as Paraolimpíadas não ganham destaque na Imprensa.
O amigo Rogério, comentarista/voluntário do nosso querido Lente Esportiva, comentou que as Paraolimpíadas deveriam acontecer antes das Jogos Olímpicos Oficiais. Quem sabe assim, os verdadeiros exemplos de superação dos atletas paraolímpicos motivassem nossas estrelas do esporte.
A gente bem que merecia um ouro paraolímpico no futebol masculino, já pensou?
Um bando de gente ia se remexer nas cadeiras da Granja Comary.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Must have the classics!

Acho um barato as listas de "must have" que a gente encontra em alguns sites moderninhos de beleza, moda e decoração. Mas pra mim, must have mesmo são momentos divertidos como o de hoje, ainda que vividos virtualmente, com aqueles amigos especialíssimos, vinhos raros, ítens invendáveis do brechó da minha vida que jamais deixarão de ser hype.

Carol, você é inspiração pra minha vida e minhas atitudes. Meu ícone.
Bira, meu companheiro eterno, das conversas e baladas incríveis às furadas divertidas.
Mara, me sinto mais perto de você do que nunca. Você me relembra quem sou!
Zu, você sempre estará no rol das minhas amigas especiais. Sei que poderei contar contigo sempre.
, todos podem rir de mim. Mas só das suas sacanagens com a minha pessoa é que eu aprendi a gargalhar.
My vintage friends: sempre cheios de boas memórias e mais necessários do que nunca. Amo vocês, meus clássicos eternos.

Bye, Madge!

Dona Ciccone sempre causa. E quando ela não causa, causam por ela. Minha gente! Esse lance de venda de ingressos pela Internet, depois que começou, só trouxe polêmica: um pouco, talvez, porque não estejam preparados para a demanda. Outro tanto, creio eu, porque expor uma demanda exagerada gera burburinho e valoriza o passe do evento (como se precisasse!).
De qualquer modo, aos que não conseguiram, reforço que haverá "promoções" mil para quem não conseguiu pagar o absurdo cobrado para ver Madge: meu irmão, vejam vocês, trocou de celular no dia da passagem da Vertigo Tour, do U2, por São Paulo. E pasmem: chegou ao Morumbi mais de cinco da tarde, viu o show inteiro da pista e em local privilegiado.
Corram todos pra porta da Renner, comprem mil reais em malhinhas de gosto duvidoso e o encontro com a rainha do pop estará garantido.
Saudade de quando a gente fretava van pra ver R.E.M. no Rock in Rio: bastava mandar a grana pros amigos cariocas comprarem as entradas, organizar a excursão e se divertir.
Ainda que Madonna não volte mais, não me renderei a esse esquema pra ver a diva. Vamos descobrir qual o canal que fará a transmissão Live in SP, convidar a galera pra ver em casa e curtir. Acho que passei de fase.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Minha GENTE

Tem dias em que o mundo cega a gente... mil e-mails, telefonemas, decisões, pendências e problemas que acabam se arrastando e nos tirando o sono, por mais que se saiba estar fazendo o melhor e o máximo.
Mas tem dias também que o coração da gente fala mais alto e se abre... para perceber que há tanta coisa boa em volta, segurando a onda de viver nesse mundo-louco-de-meu-Deus.
Hoje o Dani disse-me uma frase que, inexplicavelmente, eu precisava ouvir e que fez todo o sentido nesse momento da minha vida: "A inércia é o pior dos pecados." Perfeito.
Hoje ainda, outro amigo, o William, trouxe as fotos de sua viagem à Austrália: coalas, bebês-canguru e cacatuas atravessando a rua, respeitadas pelo trânsito. Igrejas góticas, famílias recebendo jovens de todo o mundo, para o Encontro Mundial da Juventude. Linda e inspiradora experiência. O mundo (ainda) é belo e grande. E pode estar a um passo, a uma atitude.
Hoje também minha grande amiga Carol Baggio estreou seu novo projeto na TV Cultura: ela é repórter do programa Almanaque Educação, que vai ao ar sempre às terças às sete e meia da noite. Formato inovador, programa dinâmico, com conteúdo excepcional. Me enchi de orgulho da minha irmã. O sucesso é decorrência. Assistam!
Reunião de trabalho com o Roberlei, profissional e amigo (assim já o considero) de criatividade ímpar, dono do senso prático e dos pés-no-chão mais otimistas que eu conheço. Uma pessoa gentil, elegante, educada... rara de se encontrar hoje em dia. É certo que faremos um grande trabalho... e aprenderemos e nos divertiremos juntos no processo.
Bom... Karol, Ulysses, Baio e Fer, meus companheiros de luta... é tão bom conviver com essa gente que sabe vender e comprar idéias, ir em frente e batalhar, mesmo que uma ou outra pedrinha dificulte o caminho da gente. É bom ter vocês ao lado, caminhando e crescendo.
Amigos voluntários, todos, sempre dedicados, empenhados e cheios de carinho com a gente, com o trabalho, apaixonados por doar-se e receber. Vocês são incríveis.
Beto, suas orações, seu companheirismo e sua preocupação me confortam e animam. Obrigada é pouco.
Mara, amiga real de contato virtual... seus conselhos são meus guias. Você e a Fadinha Bibi são doçuras, presentes.
Mãe, Vô... sempre carinhosos, preocupados... basta um "Alô! Tudo bem? Fica com Deus!", pra melhorar absolutamente tudo e me lembrar que sempre terei vocês. E que saber disso é simplesmente tudo o que eu preciso.
A vida, com gente boa por perto, se torna tão melhor. Hoje, mais do que em qualquer outro dia, me lembrei disso. Obrigada, pessoas.

Mãos de Navalha

A versão barbeiro de Edward-Scissor-Hands!


Achado na prateleira da locadora neste finde que passou: Sweeney Todd, o barbeiro demoníaco da Rua Fleet. Mais uma obra prima da dupla Tim Burton e Johnny Depp. Essa credencial bastaria para recomendar a fita, não? Mas o musical (ok, ok, eu gosto de musicais, tá?) é incrível: ao mesmo tempo parecido com tudo o que Depp e Burton já fizeram e diferente, no sentido de acrescentar - como sempre - algo novo. Os dois são como o nosso velho arroz-feijão (combinação sempre saborosa, robusta, segura e perfeita) temperado com uma especiaria nova e exótica. Nada de bife ou batata frita pra fechar o cardápio que eles nos oferecem: em Sweeney Todd, a música amplifica e "humoriza" (certo, acabei de inventar essa...) uma história clássica que trata do preço a se pagar pelo desejo incontrolável de vingança. Direção de arte e fotografia impecáveis, caracterização ma-ra-vi-lho-sa e atuações precisas, que cabem perfeitamente no teor caricato da obra.

Destaque para aquele que é um dos melhores momentos do filme: quando o barbeiro encontra suas velhas navalhas e as empunha, dizendo, orgulhosamente: "Agora, meus braços estão completos!" Auto-referência divertida que eu, fã confessa da dupla "sombria", encontrei: Todd, nesse momento, relembra Edward-Mãos-de-Tesoura (talvez a obra mais bacana, estranha e engraçada desses dois maníacos rendidos a um estilo único e peculiar).

Aluga, vá! É bom pra caramba.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

TV em revista

Adorei o desempenho de Glenda Kozlowski em Pequim. Ela é sempre simpática, espontânea, envolvente. Superdicção, sorriso (natural) estampado no rosto. Perfeita pra editoria de esportes. Adorei a entevista dela com Maureen Maggi no Esporte Espetacular de domingo. Duas meninas trocando confidências, se divertindo. Foi bem legal.

O novo quadro do CQC com Warley Santana é simplesmente GENIAL. Gentili com Inri Cristo foi de rolar de rir. Tas e seus meninos estão mesmo em uma crescente de criatividade e frescor. Que demore a passar, Custe o Que Custar.

Na sua opinião, o mau humor de Galvão no penúltimo e no último dias de jogos olímpicos se justifica? Cansa, a gente entende. É uma maratona. Mas não dá pra saber o que é pior de aguentar: o Galão ufanista e animado, ou o Galvão sem voz e estressado. Eu confesso que passo a vez.

Acho o Toma Lá Dá Cá bem fraco. Figurões do humor desperdiçados. Mas Adriana Esteves é impagável, vocês não acham? Adoro aquela caricatura de dona-de-casa que ela faz. Chega a ser algo meio "Oscarito". Ponto pra ela.

Domingo à tarde vi uma comédia incrível de Jerry Lewis no TCM: O Otário. Não fosse o sono verpertino (raro e delicioso) que me arrebatou, teria chegado ao "The End". Um clássico. Uma pena não ter visto até o fim.

Uma pena ter visto até o fim a prata do vôlei masculino. Ótima decisão ter botado o despertador para acordar com o show das meninas do Zé Roberto. Manhãs de vitórias, noites de derrotas. O esporte nos mostra que a qualquer momento tudo pode mudar. A vida não é mesmo assim?

Chega de feira!

Quando surgir o primeiro Homem Chantilly, será forte indício do fim dos tempos! Você duvida?


Sei que sou uma exceção: nem ligo pra chocolate e adoro fruta. Mas "Deus-o-livre" ser taxada de Mulher Moranguinho, Mulher Maçã... Prefiro ser a Mulher Salada, sempre na luta pelo peso ideal... Ou (eu me rendo!) a Mulher Arroz-Feijão. Na semana em que Preta Gil reivindica pé-de-igualdade com a Mulher Melancia, prefiro ser vista assim: ainda que sempre brigando com a balança, uma mulher forte, guerreira e brasileira. Que não frequenta as páginas dos sites de celebridades, não é flagrada de fio dental no Leblon e nem tampouco é a nova (?) musa do funk. Tento provocar outros tipos de inspiração nas pessoas. Bem menos explícitas e bem mais "frutíferas". A gente tenta, pelo menos. Com o mérito de não apelar.