sexta-feira, 11 de julho de 2008

Casa da Barra



Essa é a casa da estilista Adriana Barra. Quero uma assim, mas com uns toques a mais de antiquário, que eu adoro um cheirinho de naftalina. Não se trata de inveja, mas de inspiração!

Veja mais:
http://revistacasaejardim.globo.com/Casaejardim/0,25928,EJE1684408-3174-3,00.html

Digna!

Achei muito bacana o exemplo de Ellen Gracie. Todos deveriam se permitir. Amar não é demérito para ninguém. Quando não se tem nada a esconder, descobre-se que só passa a vida fugindo de paparazzi quem quer (ou precisa, para reafirmar seu "poder", sua "fama"... assim mesmo, entre aspas).

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI7790-15254,00-AMOR+SUPREMO+AMOR.html

terça-feira, 8 de julho de 2008

De Mana pra Mano

Mano Menezes disse hoje que não liga para números. Deve ser porque o técnico lidera a equipe em pela segundona. Comentando os 85% de aproveitamento da equipe na segunda divisão, Mano disse que a estatística é a arte de enganar as pessoas através dos números! Que consideração mais preonceituosa com a ciência do norteamento e das referências. Logo pra cima da nação corintiana, que sabe muito bem a diferença entre os ordinais "primeiro" e "segundo".

Pô, Mano. Quando o meu Timão voltar pra Primeirona, a gente volta a falar sobre esse baguio de número, sacô?

Rindo COM eles

Hoje, assistindo o CQC cheguei a conclusão que o humor bom, o legal e que faz a gente gargalhar é aquele em que a diversão é compartilhada, ou seja: ou o humorista se diverte fazendo a piada ou a gente amarga aquele risinho amarelo, com cara de idiota, enquanto olha pra tevê e pensa em tudo, menos em dar risada.
Vida longa ao prazer que os meninos capitaneados pelo genial Tas sentem ao fazer a gente ser mais feliz em plena noite de segundona.

domingo, 6 de julho de 2008

On my own?

Estou a pouco mais de 20 dias dos meus famigerados 33. Como boa jornalista, não acredito em "inferno astral" e sim em "revisão do meu texto pessoal"... Hoje, voltando da casa de mamy, meu iPod tocou "Sometimes tou can´t make it on your own" e elegi como minha canção do momento. Abaixo, o meu personal hit dessa fase de mais perguntas que respostas. Crises existenciais com U2 são bem mais bonitas.



Tough, you think you've got the stuff
You're telling me and anyone
You're hard enough

You don't have to put up a fight
You don't have to always be right
Let me take some of the punches
For you tonight

Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone

And it's you when I look in the mirror
And it's you when I pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own

We fight all the time
You and I... that's alright
We're the same soul
I don't need... I don't need to hear you say
That if we weren't so alike
You'd like me a whole lot more

Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone

And it's you when I look in the mirror
And it's you when I pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own

I know that we don't talk
I'm sick of it all
Can you hear me when I sing
You're the reason I sing
You're the reason why the opera is in me...

Where are we now?
I've got to let you know
A house still doesn't make a home
Don't leave me here alone...

And it's you when I look in the mirror
And it's you that makes it hard to let go
Sometimes you can't make it on your own
Sometimes you can't make it
The best you can do is to fake it
Sometimes you can't make it on your own

Pra quê essa careta?

Ontem assisti a uns trechos do Prêmio Multishow e me deparei com a indicada a revelação, Ana Cañas, cantando e fazendo umas caras e gestos estranhos. Parecia Maria Rita e suas esquisitices no palco. Porque isso? Para parecer "visceral"? Poxa, Elis é que tinha esse direito. Porque o tamanho e a emoção daquele voz deviam mesmo doer na alma para sair garganta a fora em forma de música. Sou mais a delicadeza de Vanessa da Mata, de Marisa Monte, cujos trinados saem assim, como quem conversa... Deixem as caretas para aquelas aspirantes a Withney Houston que se apresentam no Raul Gil.


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Atualizando!

Tanto tempo sem posts! Puxa... Esse 2008 tem sido uma máquina engolidora de tempo! Tenho trabalhado bastante, me ocupado muito das responsabilidades da vida. Vão aqui algumas impressões sobre esses dias de pouco sono e muitas realizações.

8 dias de Festa do Peão. 8 programas diários de 27'30". 5 funcionários envolvidos. 7 voluntários e 2 equipes a cada dia. Quase 45 pessoas/noite em um camarote que foi objeto de desejo da festa. No dia mais cheio (informação oficiosa, que fique entre nós...) mais de 60.000 pessoas vibrando com a energia de Ivete Sangalo. Fotos? Perdi a conta! Depois de tantos números, o que ficou de verdade no coração foram os agradecimentos e o reconhecimento (vindos de chefes, amigos, colegas, pares, colaboradores, voluntários, parceiros, telespectadores... enfim! De todas as partes!), por um trabalho de equipe simplesmente perfeito e realizado por todos com energia, entrega e disposição. Risadas, palhaçadas e brincadeiras mil, queridos amigos que por lá estiveram: isso alivia a carga e nos faz voltar a ser criança enquanto cumprimos o prometido e entregamos resultados. É disso que a alma da gente se alimenta, não é?? Especialmente uma alma genuinamente leonina como a minha.

P.S. prematuro: Do cheiro de cocô de touro e cerveja choca exaustivamente sentido ao fim do 8º dia, prefiro sinceramente não me recordar.

Amo tanto minha família! Saudade eu sentia do tempero da minha mãe, do papo com cafezinho na mesa da cozinha com meu avô. Falamos da vida, celebramos com sorrisos as lembranças da amada Vó. Completar 1 ano sem ela (passa voando essa vida!) e perceber que ficaram as alegrias (algumas suspiradas lá no fundo... com saudade, é preciso admitir!) que ela nos deixou é reconfortante. A tarde de sábado me fez renascer, meus queridos.

Amor, obrigada pela paciência e por compreender. Simplesmente. Isso é amor.

Obrigada aos amigos que aqui me visitam e que deixei sem nenhuma linhazinha nova postada nos últimos dias. Caroleta, Tio Minho, Mica, Aline... e até mesmo aqueles que passam incógnitas: obrigada por não me deixarem esquecer de que esse espaço é pra dividirmos a vida. Muito bom me sentir sempre tentada a vir pra cá. Vocês são a água fervente que faz o cafézinho desse Central Perk.

Prometo que volto em bem menos tempo.